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Segurança aplicada a redes sociais – Informe.seh

Proteja a sua privacidade – Dicas importantes: Você sabia que suas informações pessoais podem estar mais expostas do que você imagina nas redes sociais? Com o aumento da conectividade, é essencial estar atento às configurações de privacidade para garantir que seus dados pessoais estejam protegidos. Aqui vão algumas dicas simples, mas fundamentais para manter sua privacidade: Acesse as configurações de privacidade regularmente: Verifique as configurações de privacidade da sua conta, especialmente após atualizações de plataforma. Controle de visualização: Defina quem pode ver suas postagens (público, amigos ou somente você). Revise os aplicativos conectados: Remova os aplicativos desnecessários que têm acesso à sua conta. Senhas fortes: Use senhas fortes e únicas para suas contas. Desative a geolocalização: Proteja sua localização ao desativar essa função em suas postagens. Que tal revisar suas configurações de privacidade agora? Proteja sua identidade online! Evite a exposição excessiva – Cuide das suas informações: Você já parou para pensar sobre as informações que compartilha nas redes sociais? Embora a conectividade seja desejável, é importante ter cuidado para não expor dados demais. Aqui estão algumas práticas recomendadas para proteger sua privacidade online: Revise suas postagens: Antes de postar, pergunte-se: “Isso é realmente necessário compartilhar?” Cuidado com a geolocalização: Desative essa função antes de postar fotos ou informações relacionadas à sua localização. Não compartilhe documentos sensíveis: Evite divulgar dados pessoais e financeiros em suas postagens. Configurações de visualização: Ajuste as permissões para que apenas as pessoas certas vejam suas postagens. Reflita sobre a exposição de suas informações e revise suas configurações de privacidade para evitar riscos. Fique atento aos golpes e fraudes – Proteja-se: Golpes e fraudes nas redes sociais estão se tornando cada vez mais sofisticados. Para proteger suas informações pessoais e acadêmicas, é essencial saber como identificar possíveis fraudes. Veja como se proteger: Desconfie de ofertas irresistíveis: Se algo parecer bom demais para ser verdade, provavelmente é. Fique atento a mensagens urgentes: Golpistas frequentemente pressionam para uma ação rápida, dizendo que há algo importante em jogo. Verifique links suspeitos: Antes de clicar, passe o mouse sobre o link e verifique a URL para garantir que é confiável. Não compartilhe dados pessoais: Nunca forneça informações sensíveis como senhas ou dados bancários. Fique sempre alerta para mensagens suspeitas e revise suas configurações de privacidade. Cuidado com perfis falsos – Proteja sua conta: Perfis falsos são uma ameaça crescente nas redes sociais. Eles podem ser usados para obter informações pessoais ou enganar você. Aqui estão algumas dicas para evitar cair em golpes: Desconfie de perfis sem foto ou informações inconsistentes: Perfis falsos frequentemente têm poucas informações ou dados incoerentes. Verifique amigos em comum: Se não houver conexões em comum, fique mais atento. Comportamento estranho: Fique atento se o perfil começar a pedir informações pessoais ou dinheiro. Bloqueie e denuncie: Se encontrar um perfil suspeito, bloqueie imediatamente e denuncie. Sempre que perceber algo suspeito, confie na sua intuição, denuncie e proteja suas informações pessoais.


Web Vitals: como medir e melhorar a experiência do usuário em sites da administração pública

Com o crescimento do acesso digital aos serviços públicos, garantir uma navegação rápida, intuitiva e acessível se tornou uma prioridade. Nesse cenário, os Web Vitals, conjunto de métricas desenvolvido pelo Google, vêm ganhando destaque como referência para medir a qualidade da experiência do usuário (UX) em sites, especialmente em portais governamentais. O que são os Web Vitals? Os Web Vitals avaliam três aspectos fundamentais da experiência de carregamento e interação de uma página: LCP (Largest Contentful Paint): mede o tempo de carregamento do maior conteúdo visível (meta: até 2,5s); FID (First Input Delay): calcula o tempo de resposta ao primeiro clique ou interação do usuário (meta: até 100ms); CLS (Cumulative Layout Shift): avalia a estabilidade visual da página (meta: menos de 0,1). Essas métricas ajudam desenvolvedores e gestores a entenderem como os usuários de fato percebem o desempenho de um site, indo além de simples testes de velocidade. Por que isso importa para sites públicos? Sites de órgãos públicos como universidades, prefeituras e tribunais lidam com grande volume de acessos e demandas críticas. Um carregamento lento ou um layout instável pode prejudicar o acesso a serviços essenciais, como inscrições, consultas e formulários digitais. Melhorar os Web Vitals contribui para: Maior acessibilidade, inclusive em conexões mais lentas; Redução de erros por cliques acidentais; Melhor ranqueamento em buscadores (SEO institucional); Fortalecimento da credibilidade digital do órgão. Como melhorar? Algumas ações práticas incluem: Otimizar imagens e usar formatos modernos como WebP; Implementar carregamento assíncrono de scripts; Reduzir uso de plugins e construtores pesados no WordPress; Usar sistemas de cache e hospedagens adequadas; Corrigir deslocamentos de layout com tamanhos definidos em elementos gráficos. Ferramentas como PageSpeed Insights, Lighthouse e Chrome UX Report são gratuitas e indicadas para análise de desempenho técnico. Caminho para a transformação digital Adotar os Web Vitals como referência ajuda a alinhar portais públicos às boas práticas de usabilidade já adotadas no setor privado, reforçando a transformação digital do serviço público com foco no cidadão. A experiência do usuário, afinal, também é uma política pública


GLPI I.A – Inteligência Artificial no Gerenciamento dos Chamados

No dia 21/05/2025, a Unidade de Apoio à Inovação da AGETIC implatou o GLPI I.A, um plugin de inteligência artificial que eleva a gestão de chamados da nossa universidade a um novo patamar. Com um modelo treinado especificamente com o histórico dos nossos atendimentos, o GLPI IA analisa e classifica cada solicitação em segundos, garantindo maior precisão na categorização e na definição de prioridades. Ao assumir de forma automática essa etapa, liberamos servidores antes dedicados à triagem para se dedicarem a projetos estratégicos de inovação, promovendo um uso mais inteligente e eficiente dos nossos recursos humanos e tecnológicos. Evolução de desempenho Essa automação não apenas acelera o atendimento, mas também fortalece continuamente o desempenho do sistema: a cada interação, o modelo aprende e aprimora seus resultados, reduzindo retrabalhos e eliminando gargalos burocráticos. Essa capacidade de evolução constante reflete o compromisso da Agetic com a cultura de melhoria contínua e com a adoção de soluções atuais. Estratégia e objetivos Ao incorporar o GLPI I.A em nosso ecossistema, reafirmamos o papel estratégico da AGETIC na transformação digital do campus. Mais do que um simples avanço operacional, essa iniciativa demonstra como a inovação orientada por dados e inteligência artificial pode gerar impacto real na experiência de toda a comunidade acadêmica, trazendo agilidade e eficiência nos processos da nossa instituição.


Tecnologia e educação: AGETIC apresenta estrutura e metas a alunos visitantes

Na última quinta-feira (22/05/2025), a Agência de Tecnologia da Informação e Comunicação (AGETIC) recebeu a visita de Adriane Queiroz e seus alunos do 1º semestre de Engenharia de Software, interessados em conhecer mais de perto a estrutura tecnológica da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Durante a visita, o diretor Anderson Viçoso de Araujo, conduziu os visitantes, apresentando as diretrizes, funcionamento interno e os principais projetos conduzidos pela unidade. A seguir, destacamos os principais pontos abordados durante a visita: Objetivos da AGETIC A AGETIC é a unidade responsável pela coordenação, orientação, supervisão, execução e controle das atividades de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) na UFMS, com o objetivo de apoiar o ensino, pesquisa, extensão, gestão e serviços à comunidade. Estrutura organizacional A Agência está dividida em duas diretorias e cinco secretarias: DISOFT – Diretoria de Engenharia de Software Secretaria de Desenvolvimento de Software (SEDS) Secretaria de Processos e Qualidade de Software (SEQS) DINTEC – Diretoria de Infraestrutura Tecnológica Secretaria de Suporte ao Cliente (SECLI) Secretaria de Serviços e Segurança da Informação (SEIN) Secretaria de Redes e Telecomunicações (SERT) Além disso, há unidades de apoio voltadas para Compras e Inovação. Planejamento estratégico A atuação da AGETIC é guiada por múltiplos níveis de planejamento: Planejamento Estratégico: orientado pelo Plano Diretor de TIC (PDTIC), alinhado ao Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFMS. Planejamento Tático e Operacional: planos anuais elaborados por cada diretoria e secretaria, com metas e cronogramas. Alinhamento Institucional: reuniões frequentes com outras áreas da universidade garantem integração constante. Acompanhamento e controle A AGETIC utiliza ferramentas e práticas como: Painéis de acompanhamento de projetos. Redmine e OpenProject para rastreamento de tarefas. Relatórios gerenciais periódicos. Reuniões de acompanhamento e feedback estruturado com usuários. Gestão de equipes A liderança na Agência segue uma abordagem participativa, com foco em: Metodologias ágeis. Liderança servidora. Capacitação contínua. Gestão orientada a resultados. Contribuições aos ODS A AGETIC também atua de forma alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com destaque para: ODS 9 – Indústria, inovação e infraestrutura ODS 4 – Educação de qualidade ODS 16 – Paz, justiça e instituições eficazes Iniciativas incluem projetos de inovação tecnológica, uso de dados abertos, soluções em nuvem e capacitação em tecnologia para a comunidade. Gratidão! A visita proporcionou um aprendizado prático e valioso para os alunos, fortalecendo o vínculo entre a academia e a gestão pública da tecnologia. A AGETIC segue se destacando como referência em inovação e eficiência dentro da UFMS.


Técnicos do TJ visitam AGETIC para alinhar ideias sobre SEI e infraestrutura

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  Técnicos de Informática do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) visitaram a Agência de Tecnologia da Informação e Comunicação (AGETIC) nesta quinta-feira (13/05/2025) para discutir o uso do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e alinhar questões relacionadas à infraestrutura tecnológica. O encontro reforçou a importância da cooperação entre os órgãos públicos para garantir mais eficiência, segurança e integração nos sistemas utilizados pela administração. A reunião também abriu espaço para futuras parcerias voltadas à modernização dos serviços digitais e ao fortalecimento da infraestrutura compartilhada.


Autenticação: você não é um robô – Informe.seh

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O uso indevido de credenciais de acesso, pode resultar em sérios incidentes de segurança e prejuízos Uso indevido pode ser: utilizar credenciais de acesso de terceiros, passar suas credenciais de acesso a terceiros, usar credenciais para acesso a recursos não autorizados, entre outros. Boas práticas de autenticação Autenticação multifator Gerenciadores de senha Autenticação em dois fatores e mais Use senhas mais elaboradas para sua segurança Senhas que contenham números, símbolos, letras maiúsculas e minúsculas. Quanto maior for o seu tamanho e a combinação de caracteres, mais difícil será de ser quebrada.


O impacto da acessibilidade digital no WordPress: como tornar sites mais inclusivos?

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A acessibilidade digital tem se tornado uma pauta cada vez mais importante no desenvolvimento de sites. Garantir que todas as pessoas, incluindo aquelas com deficiências visuais, motoras ou cognitivas, possam navegar e interagir com um site é essencial para a construção de uma internet mais inclusiva. No WordPress, diversas ferramentas e boas práticas permitem que sites atendam a essas necessidades, tornando a navegação mais acessível para todos. Por que a acessibilidade digital é importante? A acessibilidade não é apenas um diferencial, mas uma necessidade. Sites acessíveis promovem inclusão, melhoram a experiência do usuário e ainda podem impactar positivamente o SEO. Além disso, muitos países possuem regulamentações que exigem que sites institucionais e empresariais cumpram diretrizes de acessibilidade, como a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e as diretrizes internacionais WCAG (Web Content Accessibility Guidelines). Como tornar um site WordPress mais acessível? Utilize plugins de acessibilidade Para facilitar a adaptação do site, alguns plugins podem ser instalados: One Click Accessibility – Adiciona ferramentas para aumentar fonte, alterar contraste e ativar navegação por teclado. WP Accessibility – Melhora a semântica do HTML, corrige links não acessíveis e adiciona descrições de imagem. AccessibleWP Toolbar – Fornece opções de personalização para usuários com deficiência visual. Adote boas práticas no conteúdo Além da parte técnica, a estrutura do conteúdo influencia na acessibilidade. Algumas dicas incluem: Utilizar descrições alternativas (alt text) em imagens. Criar links descritivos, evitando termos genéricos como “clique aqui”. Estruturar títulos hierarquicamente com tags H1, H2, H3. Permita a navegação por teclado Muitos usuários com deficiência dependem exclusivamente do teclado para navegar. Certifique-se de que os menus, botões e formulários do seu site podem ser acessados usando apenas a tecla Tab. Teste a acessibilidade do site Diversas ferramentas podem ajudar a identificar e corrigir problemas de acessibilidade: WAVE (Web Accessibility Evaluation Tool) – Analisa barreiras de acessibilidade no site. Google Lighthouse – Aponta problemas e sugere melhorias para acessibilidade. NVDA (NonVisual Desktop Access) – Leitor de tela gratuito para testar a usabilidade do site. O futuro da acessibilidade no WordPress Com a crescente preocupação com a inclusão digital, o WordPress tem evoluído para oferecer mais recursos nativos de acessibilidade. A tendência é que os próximos anos tragam temas e plugins com suporte aprimorado para navegação assistida, ajustes dinâmicos de interface e até inteligência artificial para descrições automatizadas de imagens. Garantir um site acessível não é apenas uma questão de conformidade com regulamentos, mas também uma maneira de oferecer uma experiência mais justa e inclusiva para todos os usuários da web. Seu site já está acessível? Compartilhe suas experiências e veja como essas mudanças podem impactar positivamente o público! ?